quinta-feira, 30 de junho de 2011

Apresentação do Projeto História e Cinema no Afonso Tavares de Luna

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O nosso Projeto História e Cinema subiu mais um degrau, e com passos firmes e seguros vamos, gradativamente, concretizando nossos anseios, cumprindo a nossa agenda para esses primeiros anos. Em setembro de 2009, demos início as nossas atividades com as turmas do pré-vestibular do CEJA Joaquim Gomes Basílio. No decorrer daquele ano escolhemos filmes indicados por algumas universidade em seus guias para vestibulandos. Após a exibição dos filmes, realizávamos debates e aplicavámos simulados com questões referentes ao tema exposto no filme.

Em 2010, começamos a trabalhar com as turmas da EJA (Educação de Jovens e Adultos), para isso, contei com a colaboração muito importante das professoras Ruth e Margarida, que realizavam as discussões dos temas que precediam as exibições. A partir desse ano também fiz a escolha de dois alunos para me auxiliarem como colaboradores do CineHistória, Tony Antonio dos Santos e José Marcelino da Rocha (Zé Santana), a quem eu muito agradeço, e que ainda permanecem comigo. No final de 2010, em novembro para ser mais preciso, o projeto História e Cinema representou o CEJA na feira regional de ciências, que se mostrou uma ótima oportunidade de divulgação de nosso trabalho.

Chegamos a 2011. Ampliamos o número de salas que participam efetivamente das exibições. As turmas das professoras Cláudia e Lucília juntaram-se as turmas das professoras Ruth e Margarida nessa viagem pela história através do cinema. Cresceu, portanto, o número de alunos diretamente envolvidos com o CineHistória.

Muito bem, chegamos então ao assunto principal desta postagem. O projeto História e Cinema ganhou um novo espaço, a Escola Afonso Tavares de Luna, na zona rural de Brejo Santo. Nessa instituição escolar que abrange desde a educação infantil até o nono ano do ensino fundamental, e veiculada a secretaria municipal de educação de Brejo Santo, leciono em 2011 nas salas do 6º ano A e B e no 7º ano A no turno da manhã e realizarei as atividades do Projeto História e Cinema apenas no sétimo ano nessa primeira etapa. Prefiro seguir a experiência de sucesso no CEJA Joaquim Gomes Basílio e galgar passos lentos, para que construamos uma base sólida num primeiro momento. Aos poucos iremos ampliar o número de alunos participantes.

Bem, no Afonso Tavares de Luna, o projeto História e Cinema acontecerá de um modo um pouco diferente do CEJA, pois sou o professor titular das salas, então os filmes escolhidos não seguirão um planejamento mensal de temas, pois poderei exibir os filmes sobre os assuntos que estarei trabalhando com os livros didáticos. Após a exibição do primeiro filme, farei uma postagem registrando os passos dados até o dia da projeção e posterior debate. Por enquanto, quero apenas mencionar que cumprimos uma importante etapa no processo de desenvolvimento do CineHistória no Afonso: a apresentação do projeto para os alunos.

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A apresentação, que gosto de chamar de convite, aconteceu no dia 30 de maio e contou com a presença da coordenadora pedagógica, a professora Adriana Florêncio dos Santos. Os alunos foram extremamente receptivos, faço questão de ressaltar. Basicamente, falamos sobre a importância do cinema como recurso pedagógico, principalmente nas aulas de História. Apresentei também vídeos mostrando os eventos do CineHistória no CEJA, fiz a apresentação do blog e de nossa comunidade no Orkut. Aproveitei a oportunidade para falar um pouco também sobre os dois primeiros filmes que iremos exibir no Afonso. Bem, acho que foi tudo bem proveitoso.

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Na ocasião escolhemos os dois alunos que serão os colaboradores do Projeto: Andreina e Levi. Com certeza, darão conta das responsabilidades. Pessoal, até a próxima. Resta a nós agora continuarmos efetivando nossos anseios. Se vocês, leitores, alunos, professores colaboradores, enfim todos vocês, seguirem me dando forças, conseguiremos com certeza.

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Segue uma relação do quadro de funcionários do Afonso Tavares de Luna, pois sinto que todos, direta ou indiretamente são companheiros do nosso projeto.

Diretor Geral: Pedro Pereira Neto

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Diretora Adjunta: Cícera Maria de Oliveira

Coordenadora Pedagógica: Adriana Frorencio dos Santos

Professores

Antonio Eduardo P de Sousa

Carlos André Inácio Cavalcante (Carlinhos)

Cícera Irlane Tavares

Cícera Jucielda dos Santos (Euda)

Cícera Maria dos Santos

Francisca Leite de Moura (Solange)

Francisca Leni de Figueiredo

Francisco José do Nascimento (Ygor)

George Lunardeli Silva Machado

Hadson Lima Alves (Disson)

Josemar de Medeiros Cruz

Juscilene Alves de Moura (Juci)

Leandro da Silva Muniz

Lúcia Otília do Nascimento

Luís Carlos dos Santos (Carlinhos)

Maria Alves Tavares (Lula)

Maria Lúcia Machado Silva

Maria Rosilane R Silva

Tereza Cristina dos Santos Genuíno

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Secretárias:

Cícera Leite Sampaio

Cícero Tiburtino de Luna

Daniele Guerrilde Roberto do Nascimento

Francisca Alves de Moura (Neta)

Francisca Lucena Tavares

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Bibliotecária

Maria Rejane de Figueiredo

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Auxiliares de Serviços Gerais

Cícera Pereira Saraiva (Silvana)

Francisca Luci Leite de Luna

Francisca Monteiro da Silva

Maria Aparecida Ferreira de Sousa (Cida)

Maria Girlane Barros da Silva (Lane)

Maria Isaura de Sousa

Maria Socorro Salviano Medeiros

Marlene Alves de Moura (Lila)

Socorro Santos da Silva

 

Auxiliar de Nutrição:

Cícera Adelaide Salviano Medeiros

Domingas Coelhos Mendes da Silva

Francisca Alves de Moura (Neide)

Maria Gessiane da Conceição

Maria Silvana dos Santos

Maria Zizi dos Santos

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Vigia: Francisco Adailton Landim

Porteiro: Antonio Edson da Silva

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Canudos: literatura de cordel e cinema juntos no CineHistória

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Pessoal, quero agradecer a presença de todos na exibição do filme Guerra de Canudos. Este foi o filme mais longo que exibimos, e infelizmente não pôde ser assistido integralmente por todos os presentes. A despeito disso, sei que foi uma noite prazerosa e de grande oportunidade para refletirmos sobre tão significativo evento de nossa história. Vejam abaixo algumas imagens dessa noite:

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Bom, para quem não estava presente, faço questão de relatar que fizemos uma singela homenagem ao diretor Sérgio Rezende, que completou recentemente 60 anos, e que nos brinda constantemente com películas que tratam com propriedade de fatos da história do Brasil. Filmes como Zuzu Angel, Lamarca, O homem da capa preta e Salve Geral são estímulos para conhceçamos mais a nossa história.

Sérgio Rezende, diretor de Guerra de Canu

Após esse pequena fala introdutória minha, em que explanei também sobre as razões gerais para que exibíssemos Guerra de Canudos, o poeta e colaborador de nosso projeto, José Marcelino da Rocha, fez o relançamento do seu cordel Canudos: um sonho de liberdade. Zé Santana, como é mais conhecido, falou um pouco sobre o sentido político do arraial e sobre o misticismo em torno de Antônio Conselheiro. Após esses pequenas falas, iniciamos a projeção do filme.

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Pessoal, mais uma vez obrigado pela colaboração. Até a próxima!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Guerra de Canudos no CineHistória

cartaz do filme

O Projeto História e Cinema tem como tema este mês a Guerra de Canudos, um dos eventos da história brasileira que nós podemos chamar de emblemático. Canudos é o momento em que as disparidades sociais chegaram as vias de fato. E o que nasce de Canudos certamente não é um outro país, mas tristemente, a exacerbação de uma estratégia elitista de governo, é a confirmação histórica de um abismo que se acentuaria com os passar dos anos.

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Fundada por Antonio Vicente Mendes Maciel, o Antonio Conselheiro, o Arraial do Belo Monte, próximo ao rio Vaza Barris, no interior baiano, constitui-se numa experência coletivista ameaçadora para a elite dominante, uma ferida que deveria ser sumariamente extirpada, mas que inesperadamente resistiu. Seu discurso messiânico e antirepublicano reuniu no Belo Monte um contingente estiCombatentes 1mado em trinta mil pessoas, na maioria camponeses desesperançados e fatigados de serem explorados nas fazendas da região. Após incessantes batalhas, Canudos cai em novembro de 1897. Diante de seis mil combatentes bem armados, jaziam 400 ainda vivos sobre milhares de corpos, que representavam o Brasil dos derrotados, submetidos a nação dos “homens bons”. 

O filme Guerra de Canudos, dirigido por Sérgio Rezende e lançado em 1997, retrata a trajetória de Antonio Conselheiro desde o início das pregações, a arregimentação dos seguidores, a construção do arraial, e sua posterior destruição. Uma superprodução do cinema brasileiro, Guerra de Canudos contou com um orçamento que permitiu uma recriação eficiente das cenas de batalha, dando-nos uma ideia mais precisa da dimensão dos eventos.

montagem de filmes

Na ocasião, vamos fazer também o lançamento do cordel Canudos: um sonho de liberdade, do nosso colaborador Zé Santana. Essa é a segunda vez que um filme exibido no cinehistória nos dá tal oportunidade. Zé Santana, através de seus versos, reconta a trajetória de Canudos e nos proporciona também esse casamento entre Cinema e Literatura.

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Pessoal, obrigado pela presença de todos na exibição do filme Tempos Modernos. Foi uma noite inesquecível proporcionada pelo genial Charles Chaplin. Tenho convicção que ao lado das risadas quase ininterruptas, pudemos refletir a respeito da mecanização do homem no processo de produção capitalista.

Obrigado mais uma vez as professoras que trabalharam o tema em suas aulas e em especial agradeço a presença dos nossos ex-alunos Valdir Estrela, agora acadêmico de Geografia e Francisco Cruz, que visitava as nossas dependências depois de um hiato de 35 anos.

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Espero a participação de todos que viram Guerra de Canudos. Vamos discutir um pouco sobre o filme e sobre os eventos nele tratados. Fico aguardando! 

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Conhecendo a História das “Nossas” Coisas

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Quero nessa postagem fazer um importante registro a respeito de um trabalho que contou com a participação do CineHistória no CEJA Joaquim Gomes Basílio nesse primeiro semeste.

Durante a Quaresma, as professoras da EJA fundamental e Médio trabalharam com seus alunos o tema da Campanha da Fraternidade, que teve como tema Fraternidade e Vida no Planeta e como lema o trecho bíblico “a criação geme em dores de parto”. Pois bem, coincidentemente, nós professores do CEJA concluímos recentemente um curso sobre Mudanças Climáticas, coordenado pela Fundação Demócrito Rocha, o que possibilitou o uso de um rico material de apoio pelo corpo docente. Trabalho esse que contou com o apoio dos professores da sala de multimeios Fátima Araújo e Júnior Laurintino, que ministraram uma palestra sobre o assunto.

Bem, o tema da Campanha da Fraternidade discutiu, entre outras coisas, aAquecimento global 1quecimento global e sustentabilidade, tão necessários e urgentes. Estimuladoconsumismo 3s por esses debates, nós do Projeto História e Cinema, em parceria com a sala de multimeios e demais professores do CEJA, exibimos o curta-metragem A História das Coisas, que nos fez mergulhar contundentemente numa verdade chocante: estamos acabando com os recursos naturais.

E por quê? A resposta é: porque somos consumistas. E por que somos assim? O que nos faz tão desejosos do ato de consumir? Por que consumir nos faz sentir melhores, mais cidadãos? 

Essas foram questões debatidas durante as aulas e no momento da exibição do curta-metragem. Posterior a exibição, as professoras discutiram em sala o tema do consumismo com base no texto A liberdade e o consumo, de Cláudio de Moura e Castro, publicado em VEJA em 08 de agosto de 2001.

Sinceramente, acho estimulante as discussões do tema, pois é um problema que vai certamente nortear o destino histórico nas próximas décadas.

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Assistam abaixo a integra do curta-metragem

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Trabalho e humanidade: ontem, hoje... e amanhã?

Neste mês trabalho escravo hoje 2de maio, o CineHistória vem discutindo o tema Trabalho e Humanidade. Dessa forma, convocamos todos vocês a visitarem o nosso blog para que possamos refletir juntos sobre questões como trabalho no mundo atual, coisificação do homem no processo fabril de produção, trabalho infantil e trabalho feminino desvalorizado. Queremos propor também um debate sobre os significados do Dia Internacional do Trabalho.

Esse dia é comemorado desde 1890. Começado na Europa, especialmente a partir dos anarquistas franceses, o movimento logo se espalhou para outros países. A ideia inicial seria a escolha de um dia de grandes manifestações, para como se numa greve geral, todos se trabalho escravo hojereunissem para reivindicar melhores salários e condições de trabalho mais dignas.

A data 1º de Maio foi oficialmente escolhida durante a Segunda Internacional Socialista, realizada em Paris, no ano de 1889. Na verdade era bem conveniente, pois já havia sido marcado para essa data uma grande manifestação nos Estados Unidos em alusão ao 1º de maio de 1886, quando 15 operários foram mortos (mais 8 seriam condenados a forca em 1877) em confronto com policiais. Devido à repercussão do caso, essa data ganhou um especial simbolismo.

Esse dia também é recheado de outras significações que fazem referências à mudança, a renovação. Nos Estados Unidos, acontece o Moving Day, o reajuste nos contratos de aluguéis. Na Europa é uma data em que se comemora o retorno do sol na primavera, marcando o fim do inverno. É o Manifestação 1886início da germinação das plantas. A idéia geral de que as coisas estavam, portanto, propícias a mudar permeia esABC Lulasa data.

Em nosso país a data começou a ser lembrada em 1892 e foi oficializada como feriado nacional a partir de 1925. O 1º de maio ganhou significado histórico importante com os movimentos operários dos metalúrgicos do ABC, onde em 1980, cerca de 100 mil pessoas se reuniram em torno do seu líder Luiz Inácio Lula da Silva, em um grande ato de manifesto contra as condições de trabalho vigentes. 

Em sua origem, esse era um dia de reivindicações, protestos, debates. Hoje ele é simplesmente um feriado. O Dia internacional do trabalho, ou do trabalhador, virou um dia de descanso. O que está por trás disso? A escravidão social pelo trabalho realmente acabou?

Como culminância dessas atividades, exibiremos o filme Tempos modernos, de Charles Chaplin.

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Trata-se do último filme mudo de Chaplin, que focaliza a vida urbana nos Estados Unidos dos anos 30. Imediatamente após a crise de 1929, quando a depressão atingiu toda a sociedade norte-americana, levando grande parte da população ao desemprego e a fome. A figura central do filme é Carlitos, o personagem clássico de Chaplin, que ao conseguir emprego numa grande indústrtempos modernos 2ia transforma-se em líder grevista. tempos modernos 3

A película focaliza a vida na sociedade industrial, caracterizada pela produção com base no sistema de linha de montagem, e especialização do trabalho. É uma crítica a modernidade e ao capitalismo, representado pelo modelo de industrialização, onde o operário é engolido pelo poder do capital e perseguido por suas idéias “subversivas”.

Contamos com vocês para darmos prosseguimento a esse debate aqui no blog.

Vejam aqui, a título de aquecimento, uma das fantásticas cenas do filme.

 

A Guerra do Vietnã no CineHistória

No último dia 29 de abril, tivemos a satisfação de exibir no nosso CineHistória o filme Platoon, dirigido por Oliver Stone. De antemão, agradeço a presença de todos.

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Como disse nos encontros preliminares com as turmas, esse filme é um divisor de águas na minha formação, pois talvez tenha sido a primeira película com uma temática histórica que tenha causado uma espécie de perturbação em mim. Quando adolescente, assistia aqueles filmes tipoPlatoon 2 exército de um homem só, como Rambo, Comando para Matar e similares, e realmente tinha uma visão bem ideologicamente estereotipada dos eventos ligados a guerra do Vietnã. Platoon me abriu a mente para um conflito que não sabia existir: o que aconteceu dentro da sociedade americana e dentro mesmo da mente dos soldados.  Platoon 3

Certamente, Platoon é um dos filmes que mais me despertaram para o uso do cinema como ferramenta pedagógica. Por isso fiquei muito feliz quando vi que ele tinha vencido a enquete que lançamos aqui no blog. 

Obrigado as professoras que trabalharam o tema em suas aulas. Até a próxima exibição!

Vejam abaixo o trailer do filme e um vídeo com a crítica de cinema Isabela Boscov falando sobre Platoon. Aliás, fica a dica para uma visita a página de VEJA, onde semanalmente somos brindados com as belíssimas resenhas das estréias de cinema da semana.